Tempos.
O
Tejo visto de uma janela virada para o mar.
O lembrar de um poema para crianças contado pelo Mário Castrim.
Também uma frase solta do Patxi Andion encontrada pelo tempo em que se (des)arrumam caixas com papéis, em busca de espaço para os livros que se amontoam por aqui, por ali:
«Uma cidade sem mar é como uma casa sem janelas».
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