Absinto-me cansado
na outonalma.
De absinto, no outono,
encharco a alma...
Muito deve a literatura
ao absinto.
Em qualidade, muito
mais
que ao tinto...
Ó Alexandre, manda-me
absinto
na volta do correio,
que eu já sinto, com
tanto tinto,
estancar-se-me o
veio...
Alexandre O’ Neill em PoemasCom Endereço
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