O
julgamento de José Sócrates é uma verdadeira novela mexicana.
Adensa-se
a ideia de que tudo irá prescrever.
De
uma notícia de Ana Henriques no Público de hoje:
«A juíza que dirige o julgamento da Operação
Marquês decidiu indicar uma advogada oficiosa para representar o principal
arguido do processo, o antigo primeiro-ministro José Sócrates, cujo
representante legal não pôde comparecer na sala de audiências por se encontrar
internado no hospital. Porém, a defensora Inês Louro resolveu pedir escusa,
alegando objecção de consciência por ser do Chega, partido que muito tem falado
deste caso judicial. Candidata à presidência da Câmara de Azambuja nas últimas
eleições, a advogada renunciou ao cargo de vereadora antes da tomada de posse.»
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