Segundo o jornal Público o «Grupo 1143, classificado pela Polícia Judiciária como uma associação criminosa neonazi, terá realizado pelo menos um “treino de combate” no ano passado e um exercício no ano anterior em que os membros terão marchado com escudos antimotim. A cúpula do grupo, liderado por Mário Machado, teria a intenção de transformar a organização numa “milícia”.».
A
frase de Mário de Carvalho, ontem, escolhida para o Postal Sem Selo: Não
perceberão as pessoas que atravessamos um momento perigosíssimo?», tinha o
propósito de vincar o perigo que a democracia portuguesa atravessa.
Mais
ainda quando o presidente «daquela coisa», numa entrevista à RTP, não quis, não
conseguiu, demarcar-se do apoio que os grupos neo-nazis lhe prestam: afirmou
não os conhecer e disse ter afastado apenas os que "tinha de
afastar".
Mais
se adensa a ideia de que foi um enorme erro (?) o Tribunal Constitucional ter
permitido a existência «desta coisa».
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