Paulo Rangel, ministro dos negócios estrangeiros português, classifica as “intenções” norte-americanas na Venezuela como “benignas”
Entretanto, Luís Montenegro, primeiro-ministro de Portugal, defendeu o
“restabelecimento de uma democracia plena” na Venezuela e que a nomeação de
Edmundo González como Presidente é a solução “preferível”.
Nenhum
deles condena a intervenção dos Estados Unidos na invasão da Venezuela e prisão de
Nicolás Maduro e o governo português entende que a acção militar norte-americana, apenas pretende instalar uma
transição estável na Venezuela e o regresso ao trilho democrático.
Edificante!
1 comentário:
O Rangel é pequenino...
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